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    segunda-feira, 18 de outubro de 2021


     

    sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

    Exportações crescem puxadas por bens industrializados em janeiro

    Embarques totalizaram US$ 17 bilhões, valor recorde histórico para o primeiro mês do ano. O resultado foi impulsionado pela venda de manufaturados, cuja elevação atingiu 23,6%

                No primeiro mês do ano, o superávit da balança comercial alcançou US$ 2,8 bilhões, o segundo melhor resultado da série histórica, iniciada em 1989, para meses de janeiro. Os dados foram divulgados hoje pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). As exportações totalizaram US$ 16,968 bilhões, resultado recorde para o período e que representou um crescimento de 13,8% em relação a janeiro de 2017. As importações somaram US$ 14,199 bilhões, com um aumento de 16,4% na comparação o mesmo mês do ano passado.
             As exportações tiveram crescimento tanto em relação aos preços (0,81%) quanto às quantidades (12,9%), em todas as categorias de produtos. Entretanto, o resultado positivo foi puxado especialmente pela venda de manufaturados, que no período registraram alta de 23,6%. “Esse aumento das quantidades exportadas está principalmente relacionado ao aquecimento da demanda mundial”, explica o diretor de Estatísticas e Apoio às Exportações, Herlon Brandão. “O PIB mundial cresceu mais de 3% em 2017 e espera-se que ocorra crescimento nessa ordem em 2018”, acrescenta.
             Houve crescimento nos embarques de aviões (474%), óleos combustíveis (323%), açúcar refinado (294%) e máquinas para terraplanagem (171%), entre outros produtos. “A economia mundial aquecida demanda produtos brasileiros. Por outro lado, o Brasil tem aumentado a sua produção, principalmente de bens agrícolas, de petróleo, de minério. O investimento nessas áreas faz com que o país tenha excedente para ser exportado”, afirma Brandão.
             O mês de janeiro também apresentou resultado expressivo nas importações, que tiveram aumento, em volume, de cerca de 10%. Cresceram nesse período as compras de combustíveis e lubrificantes (96,3%), de bens de consumo (19,2%), de bens de capital (11,4%) e de bens intermediários (5,8%).
            A expectativa é que as importações se mantenham aquecidas ao longo do ano.  “Esperamos que as importações cresçam a taxas superiores a das exportações em 2018. A expectativa de crescimento do PIB é de 3%, o que deve incentivar a importação de bens. Isso vai fazer com que o saldo anual diminua, mas ainda positivo e entre os maiores da história, na casa dos US$ 50 bilhões”, explica Brandão.
    Destinos e origens
             Os cinco principais compradores de produtos brasileiros foram China (US$ 3,366 bilhões), Estados Unidos (US$ 2,247 bilhões), Argentina (US$ 1,205 bilhão), Países Baixos (US$ 871 milhões) e Chile (US$ 540 milhões). Os principais mercados fornecedores, em janeiro, foram China (US$ 2,844 bilhões), Estados Unidos (US$ 2,390 bilhões), Alemanha (US$ 876 milhões), Argentina (US$ 727 milhões) e Coreia do Sul (US$ 540 milhões).

    Refis Estadual já rende mais de R$ 4 milhões aos cofres públicos

             O Governo do Tocantins já arrecadou cerca de R$ 4,3 milhões nos primeiros 15 dias de negociações no Programa de Recuperação de Créditos Fiscais (Refis), edição 2018. Desse total, mais de R$ 3 milhões são resultado do Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) e mais de R$ 1 milhão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A previsão da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), com a realização do Refis, é recuperar cerca de R$ 50 milhões à vista e parcelar, aproximadamente, R$ 150 milhões.

               Referente ao IPVA, 5.124 pessoas já aderiram ao parcelamento, totalizando R$ 3.171.803,17 milhões, o que representa 2% de uma dívida que, hoje, está na casa dos R$ 126 milhões. Quanto ao ICMS, o valor exato do recolhimento foi de R$ 1.251.220,00, referente a 220 processos. Os demais débitos tributários e não tributários que entraram no Programa ainda estão sendo contabilizados.
    Negociações
            Para o contador Alessandro Sobrinho, com o lançamento dos Refis, três empresas que ele representa aderiram às negociações e aos parcelamentos. “Nós fazemos todas as negociações e os parcelamentos, cabendo, aos empresários, os pagamentos das parcelas”, afirmou. Dono de uma empresa do ramo de móveis planejados, o empresário José Lustosa conseguiu descontos nos juros e na multa referente ao ICMS. Com isso, a dívida de R$ 1.413,21 caiu para R$ 770,60 com pagamento à vista. “Já havia participado do Refis há alguns anos. Achei muito boa a iniciativa do Governo, principalmente neste momento financeiro”, afirmou.
              Quem também aproveitou os descontos oferecidos, pelo Governo do Tocantins, foi o mecânico José Neto. Segundo ele, dívidas recorrentes de uma antiga motocicleta que não está mais em sua propriedade o impediam de realizar outras transações comerciais. “Tive um desconto de 30%. Agora, é pagar e dar baixa na documentação”, afirmou.
    Saiba Mais
               A oportunidade de quitar ou renegociar débitos tributários e não tributários com a Receita Estadual será, neste ano, entre os dias 15 de janeiro e 2 de março, por meio do Programa de Recuperação de Créditos Fiscais (Refis), promovido pelo Governo do Estado. O último Refis realizado pelo Governo do Tocantins ocorreu em novembro de 2016 e arrecadou em torno de R$ 26 milhões à vista e cerca de R$ 90 milhões parcelados. A próxima edição do Refis só acontecerá dentro de quatro anos, conforme deliberação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).
              Os interessados em aderir ao Refis devem procurar as unidades de atendimento da Sefaz em Palmas ou no interior do Estado. A lista com os endereços e telefones dos locais estão disponíveis no site www.sefaz.to.gov.br/institucional/delegacias-regionais. Para mais informações e/ou dúvidas sobre o Refis, o telefone para contato é o (63) 3218-1545.

    Confiança dos MPEs termina janeiro com 54,6 pontos e inicia 2018 com otimismo, mostra indicador do SPC Brasil e CNDL

    51% dos MPEs estão otimistas com a economia nos próximos seis meses. 49% acreditam que o faturamento de seus negócios crescerá

                O Indicador de Confiança da Micro e Pequena Empresa (MPE) atingiu 54,6 pontos em janeiro, acima dos 51,1 pontos no último mês de dezembro, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Pela quarta vez seguida, o resultado ficou acima dos 50 pontos, indicando que o clima de otimismo tem prevalecido entre os entrevistados. Pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que, acima de 50 pontos, reflete confiança desses empresários e, abaixo dos 50 pontos, reflete desconfiança com os negócios e com a economia.
                    “Tanto a avaliação do cenário atual quanto as expectativas para futuro cresceram neste início de ano, com destaque para o crescimento do segundo componente”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro. “A recuperação econômica em curso contribui para a melhora do humor dos empresários. A percepção do cenário atual já é bem melhor do que a observada no início de 2017. Se confirmadas as expectativas ao longo de 2018, a confiança poderá consolidar-se acima do nível neutro, quem sabe encorajando os micro e pequenos empresários ao investimento e, por consequência, iniciando um ciclo virtuoso para a economia”, analisa.
                   O Indicador de Confiança é composto pelo Indicador de Condições Gerais e pelo Indicador de Expectativas. Por meio da avaliação das condições gerais, busca-se medir a percepção dos micro e pequenos varejistas e empresários de serviços sobre os últimos seis meses. Já através das expectativas, busca-se medir o que se espera para os próximos seis meses.
    Indicador de Condições Gerais avança de 34,2 pontos para 41,6 pontos em um ano
                O Indicador de Condições Gerais, que avalia o retrospecto do micro e pequeno empresário sobre o desempenho de suas empresas e da economia nos últimos seis meses, subiu de 34,2 pontos em janeiro de 2017 para 41,6 pontos em janeiro de 2018. Como o índice continua abaixo do nível neutro de 50 pontos, significa que os empresários ainda não enxergam os últimos seis meses de forma favorável, embora o crescimento do índice aponte uma interrupção na trajetória de piora.
              Na abertura do indicador, tanto a avaliação regressa de seus negócios quanto da economia, apresentaram melhora na variação anual. No primeiro caso, passou de 37,4 pontos para 44,9 pontos na escala. Já para o desempenho recente da economia, a evolução positiva foi de 31,0 pontos para 38,4 pontos.
               Em termos percentuais, 50% dos micro e pequenos empresários sondados consideram que as condições da economia brasileira pioraram nos últimos seis meses. Apesar de elevado, o número alcançou 63% em janeiro de 2017. Já a proporção dos que notaram melhora da economia marcou 23% em janeiro.
    51% dos MPEs estão otimistas com o futuro da economia do país
              O Indicador de Expectativas, que serve de parâmetro para avaliar o que os empresários aguardam para o futuro, ficou em 64,4 pontos em janeiro de 2018, contra 59,0 observados em dezembro de 2017 e dos 63,6 pontos que marcara em janeiro de 2017.
               De acordo com o levantamento, 51% dos micro e pequenos empresários estão em algum grau confiantes com o futuro da economia do país contra 18% de pessimistas. Quando essa análise se restringe à realidade da sua própria empresa, o índice cresce e atinge 64% dos empresários otimistas contra um percentual de 8% que manifestaram pessimismo com o futuro de seus negócios.
                 Apesar da confiança dos empresários no desempenho da economia, na maior parte dos casos, os entrevistados não sabem explicar as razões: 40% desses empresários admitiram não saber o porquê de seu otimismo, apenas acreditam que coisas boas devem acontecer. A mesma razão é citada por 26% dos micro e pequenos empresários que estão otimistas com seus negócios.
               Entre os que estão otimistas com a economia, há também 38% que já notam a melhora de alguns indicadores econômicos e 16% que o País tem um amplo mercado consumidor. Já entre os que imaginam que suas empresas terão um horizonte positivo nos próximos seis meses, 35% confiam na boa gestão que fazem do negócio, medida que os fazem se distanciar dos efeitos da crise, na opinião desses entrevistados.
           Em sentido oposto, entre os pessimistas com a economia, a questão política também ganha protagonismo, revelando que a incerteza no campo político afeta as perspectivas econômicas de 69% dos desses entrevistados. Dentre os pessimistas com o próprio negócio, 48% afirmam que o volume de vendas está baixo e 30% consideram difícil empreender no Brasil.
             Outro dado investigado pelo levantamento foi o faturamento das empresas. A maior parte (49%) dos micro e pequenos empresários acredita que o faturamento poderá crescer. Outros 41% acham que ele não se alterará ao longo deste primeiro semestre do ano, contra apenas 6% dos que esperam queda das receitas.
    Metodologia
            O Indicador e suas aberturas mostram que houve melhora quando os pontos estiverem acima do nível neutro de 50 pontos. Quando o indicador vier abaixo de 50, indica que houve percepção de piora por parte dos empresários. A escala do indicador varia de zero a 100. Zero indica a situação limite em que todos os entrevistados consideram que as condições gerais da economia e dos negócios “pioraram muito”; 100 indica a situação limite em que todos os entrevistados consideram que as condições gerais “melhoraram muito”.
      Baixe a íntegra do Indicador de Confiança MPE e a série histórica no link: https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos
    Fonte: CNDL

    Tocantins apresentou saldo positivo de quase 4 mil empregos em 2017

                O Tocantins fechou o ano de 2017 com saldo positivo de 3.759 empregos gerados, um aumento de 2,18% quando comparado com o ano de 2016, que teve saldo negativo de 4.043 postos de trabalho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na sexta-feira, 26, e confirmam a melhoria do mercado de trabalho no ano passado. 

            Depois de dois anos de quedas fortes no saldo acumulado, 2017 fechou com estabilidade e confirma tendência de recuperação do emprego formal, tanto no Brasil quanto no Tocantins. Em 2016, o Estado apresentou um saldo negativo de 4.043 vagas, e em 2015, teve queda de 2.198 postos de trabalho.
                Para a secretária de Estado do Trabalho e da Assistência Social, Patrícia do Amaral, os números transmitem otimismo, apontando para um 2018 ainda mais positivo para a economia do Estado e principalmente para as famílias tocantinenses. “O Governo do Estado tem atuado em todos os segmentos das pastas para atrair empregos, investidores, geração de renda”, exemplificou.
    Dados de dezembro de 2017
               Em relação ao mês de dezembro de 2017, o saldo foi negativo em 1.555 vagas de emprego, onde todos os setores tiverem mais demissões do que contratações, principalmente os setores da construção civil, indústria da transformação e dos serviços. Contudo, essa situação é considerada historicamente normal para o período. De 2003 a 2017, todos os meses de dezembro tiveram saldo negativo no Tocantins, o que também pode ser observado a nível nacional. Tal situação se justifica principalmente devido ao encerramento dos contratos temporários que ocorrem geralmente neste mês, embora os trabalhadores fossem admitidos em outubro para o período natalino.
    Setores da Economia que mais geraram empregos em 2017
             No ano de 2017, os setores que mais geraram emprego no Tocantins foram o da construção civil, com saldo positivo de 1.410 postos de trabalho, e o de Serviços, com 1.302. Resultados bem superiores ao do ano de 2016, quando se registrou saldo negativo de 59 postos de trabalho na Construção Civil e 1.303 nos Serviços.
            Já o setor que mais fechou postos de trabalho no ano passado foi a Indústria da Transformação, com uma baixa de 416 vagas. Ainda assim, o resultado deste setor é superior ao registrado no ano de 2016, que fechou com menos 1.104 vagas de emprego.

    segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

    ATM se une a UFT para oferecer Mestrado aos prefeitos e servidores municipais

                     A Associação Tocantinense de Municípios (ATM) se uniu em parceria com a Universidade Federal do Tocantins (UFT) para ofertar aos seus associados algo inédito na história da entidade municipalista: vagas aos prefeitos e servidores municipais para o ingresso em Mestrado Profissional em Gestão de Políticas Públicas (Gespol), com Área de Concentração em Gestão e Avaliação de Políticas Públicas. O curso é reconhecido pelo PARECER CNE/CES 45/2013.

               Segundo o edital, o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Gestão em Políticas Públicas oferece 10 (dez) vagas, sendo: 
     

    • 02 (duas) vagas para membros efetivos da ATM – para essas vagas os concorrentes deverão ser prefeito(a) e associado(a) efetivo da ATM:
    • 01 (uma) vaga para servidores públicos municipais efetivos de cidades do Tocantins com até 50 mil habitantes – para essa vaga os interessados deverão ser servidor efetivo do Município; não estar em estágio probatório e pertencer ao Município que possuiu população abaixo de 50 mil habitantes (a população considerada será do último Censo Demográfico do ano de 2010, para efeito de consideração de quais municípios são beneficiados para concorrerem a esta vaga específica); 
    • 01 (uma) vaga para servidor da ATM – para essa vaga o concorrente deverá ser membro do quadro de colaboradores da entidade municipalista;
    • 05 (cinco) vagas para servidores efetivos do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TER-TO); 
    • 01 (uma) vaga para servidores técnicos administrativos da Universidade Federal do Tocantins. 

               A ATM destaca que o período de inscrições será de 01/02/2018 à 23/02/2018, e que os interessados já podem organizando a documentação solicitada no Edital do processo seletivo.

                    Todos os detalhes podem ser conferidos no Edital N° 04/2017 – GESPOL/UFT  .

                   A entidade municipalista destaca que o Edital possue ratificação –  Edital Ratificado . 


          Fonte: ATM/TO

    Reforma da previdência é importante para 66% dos empresários, revela levantamento do SPC Brasil e CNDL

    Para 79% dos líderes empresariais, mudanças atuais na política econômica também são importantes. Combate a corrupção e diminuição da carga tributária devem ser prioridades do próximo presidente; 24% defendem candidato com experiência na política, enquanto 21% preferem alguém do meio empresarial

                   Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com líderes empresarias dos ramos do comércio e serviços revela que a maior parte da classe empresarial avalia de forma positiva as mudanças na política econômica do atual governo. Segundo o levantamento, 66% dos entrevistados consideram importante a aprovação da reforma da previdência, discussão que vem sendo tratada como prioridade pelos poderes executivo, legislativo e por especialistas na área fiscal. Para 27% a reforma não é importante, ao passo que 7% não têm uma opinião formada a respeito.
             De modo geral, as mudanças recentes na política econômica do governo são consideradas importantes para 79% dos empresários consultados contra 13% que rejeitam a importância dessas ações. Os que defendem que o próximo presidente dê continuidade a agenda de mudanças na condução da economia formam 75% dos empresários, ainda que 70% considerem necessário algum tipo de correção nas medidas.
             O mesmo estudo aponta ainda que 70% dos comerciantes e empresários que atuam no segmento de serviços consideram importante a recente reforma trabalhista contra 23% de reprovação. No caso da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que estipula um teto de gastos do governo, são 73% que avaliam a medida como importante.
                  Para o presidente da CNDL, José Cesar da Costa, a reforma da previdência é um tema que gera polêmica, mas que não pode ser tratado como tabu. “A evolução da situação demográfica brasileira e o orçamento deficitário público agravado nos últimos anos já influenciam a opinião pública de que o Brasil terá de fazer mudanças profundas, duras e necessárias. Ainda que os empresários discordem de alguns pontos, a reforma da previdência é algo inevitável”, explica o presidente.
              Combate a corrupção e diminuição da carga tributária devem ser prioridade do próximo presidente, defendem empresários
                Faltando pouco menos de nove meses para o país escolher um novo presidente, a pesquisa do SPC Brasil e da CNDL também procurou investigar o que os líderes empresariais esperam do novo político que comandará o Brasil pelos próximos anos. De modo geral, os empresários mostram-se divididos: 39% estão indiferentes, 27% otimistas e 20% pessimistas com o resultado que sairá das urnas. A nota média para a esperança de que o Brasil vai melhorar depois das eleições é de 5,6 pontos em uma escala que varia de zero a 10.
    Na avaliação dos empresários consultados, as três prioridades do próximo presidente eleito devem ser ampliar e apoiar medidas de combate à corrupção (55%), promover políticas de redução de impostos e da carga tributária (40%) e redução dos juros (34%), medida que fortalece a concessão de crédito e o consumo.
           Empresários desejam um candidato voltado à realização de projetos, mas mostram-se divididos entre político experiente e algum candidato do ramo empresarial
               Quanto às habilidades pessoais do candidato a presidente da República, os empresários defendem um perfil de alguém que ‘ponha a mão na massa’ e toque projetos transformadores na saúde, educação e obras de infraestrutura, opção citada por 45% dos empresários ouvidos. Há ainda 25% de entrevistados que defendem um presidente próximo do povo.
            Se por um lado, 24% dos entrevistados defendem que o próximo presidente seja um político experiente, outros 21% optam por alguém que seja do ramo empresarial e que tenha trajetória de sucesso em seu segmento.
         Indagados sobre as características pessoais mais importantes que esperam do próximo presidente, 58% defendem que ele seja honesto. Para 31%, é importante que ele cumpra suas promessas de campanha e 30% têm a esperança de que ele seja ‘pulso firme’ e determinado em suas convicções.
                 Em sentido oposto, estar envolvido em escândalos de corrupção (60%), ficar ‘em cima do muro’ na hora de emitir opiniões ou não ter opiniões próprias (22%), ser distante da população (19%) e intolerante com minorias (16%) são os fatores mais pesam para o empresário não votar em um determinado candidato.
                Para o presidente da CNDL, José Cesar da Costa, embora ainda haja muita incerteza associada às próximas eleições presidenciais, os sinais de recuperação da atividade econômica são animadores e podem marcar o início de um ano melhor no país. “Eleições costumam trazer um componente de imprevisibilidade sempre capaz de afetar o humor dos mercados, em maior ou menor grau. Mas os sinais recentes de recuperação da economia podem minimizar essa preocupação. As projeções para o PIB em 2018 são positivas e a confiança dos agentes econômicos está voltando, assim como os níveis de consumo vêm mostrando reação. O fundamental no momento, é que o Brasil se mantenha no curso das reformas estruturais, pois essa será a base para voltarmos a ter um ambiente de negócios de crescimento, gerando empregos e construindo um novo ciclo de prosperidade”, afirma Costa.
    Metodologia
             A pesquisa ouviu 822 líderes empresariais de todos os portes que atuam nos segmentos do comércio e serviços nas 27 capitais brasileiras. A margem de erro é de no máximo 3,4 pontos percentuais para uma margem de confiança de 95%.
    Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas
    Fonte: CNDL
     
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