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terça-feira, 25 de julho de 2017

Vigilância Sanitária prepara “DIA D” de Conscientização em Porto Nacional

         A coordenação de Vigilância Sanitária de Porto Nacional, realizará no próximo dia 04 de agosto, a partir das 08 horas na Praça do Centenário, o “Dia D” de conscientização e informação sobre a importância do trabalho desenvolvido pelo órgão no Município. Várias ações serão realizadas.


        De acordo com a Coordenadora, Kelma Ylana, o evento busca envolver a sociedade dentro de uma discussão em torno de soluções dos problemas sanitários existentes, e assim envolver a população em ações de conscientização, educação e fiscalização.


       “Buscamos com essa ação conscientizar a sociedade para uma vigilância sanitária mais inclusiva e participativa, com o objetivo de prevenir e diminuir riscos tanto ao meio ambiente quanto à saúde do ser humano.” Afirmou, Kelma.





         Serão distribuídos panfletos informativos e através de um carro de som, será explanado o papel da Vigilância Sanitária no Município, logo após será servido um café da manhã ao público presente.

DIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA 

        Comemorada em 5 de agosto, a data foi instituída pela Lei 13.098, de 27/01/2015 e coincide com o dia do nascimento de Oswaldo Cruz, o importante nome na história da vigilância sanitária do Brasil.

domingo, 23 de julho de 2017

Fenepalmas investe em novidades para 22ª edição e conta com 87% dos estandes vendidos

        A expectativa para 22ª edição da Fenepalmas 2017 é de bons negócios. A feira espera receber 50 mil visitantes e movimentar cerca de R$ 50 milhões de reais em volume de negócios.

       O representante comercial, Osias Almeida, de uma empresa que trabalha com a recuperação tributária dos mais variados encargos que as empresas pagam no país, vai expor na Fenepalmas. Ele acredita que a feira será uma grande oporturnidade de apresentar aos empresários os serviços da empresa.

      "Acreditamos que com a Fenepalmas 2017, vamos conseguir ter uma proximidade muito efetiva com os empresários do estado, tornando se assim muito relevante estarmos expondo e auxiliando a classe empresarial. Será uma grande oportunidade para nossa empresa participar deste evento", destaca.


       No total serão montados cerca de 220 estandes. Os espaços serão distribuídos por alamedas, reservados para empresários de diversos setores. Muitas novidades devem atrair os visitantes como show do automóvel com condições exclusivas nos dias da feira, festival de noivas, Tocantins Beauty Hair, espaço gastronômico, e as alamedas imobiliária, do turismo, comércio exterior, indústria, comércio e serviços.

       Até agora cerca de 87% dos estandes foram vendidos para empresários locais e de outros Estados. Os associados da Associação Comercial e Industrial de Palmas (Acipa), tem 30% desconto na compra de estandes.

       De acordo com o presidente da Acipa, empresário Thiago Rosa, a Fenepalmas este ano conta com um crescimento ascendente de 40%. Apesar da crise, Thiago, conta que as vendas dos estandes não sofreram retração, devido o otimismo dos expositores quanto a ascensão da feira.

      “A Fenepalmas tem sido construída ao longo dos anos com o objetivo de fomentar o desenvolvimento do comércio e da indústria da Capital, nesta edição estamos projetando um crescimento de 40%. A feira é uma das maiores no segmento de negócios da região Norte do país”, enfatiza.

        Segundo o representante comercial da Acipa, José Teixeira Neto, as vendas dos espaços estão a todo vapor. “Os empresários tem apostado na Fenepalmas, porque sabem que essa é a maior vitrine de comercialização e exposição de seus produtos”, destaca.

Venda estandes 

         Os interessados em adquirir estantes da Fenepalmas podem entrar em contato com o departamento comercial da Acipa pelos telefones: 9 8404 – 4029 ou 9 8142 – 0056.

          A feira promovida pela Acipa, conta com parcerias de diversas instituições e órgãos que estimulam o crescimento e fortalecimento da indústria e comercio do Tocantins.

A Fenepalmas será realizada de 22 a 26 de agosto no Centro de Convenções Arnaud Rodrigues, antigo Parque do Povo, em Palmas, com o tema “Empreender sem Fronteiras”.

Fonte: ACIPA

Confiança do Consumidor tem Queda de 5% em Junho e Recua para 39,4 Pontos, o menor nível Desde Janeiro, Mostra Indicador do SPC BRASIL e CNDL

Entre os que exercem atividade remunerada, 39% têm receio alto ou médio de serem demitidos. Escândalos de corrupção são principal causa dos problemas da economia para 51% dos pessimistas


      O nível de confiança do consumidor brasileiro com a economia e com as próprias condições financeiras recuou de 41,5 pontos em maio para 39,4 pontos no último mês de junho, o que representa uma queda de 5% na passagem de um mês para o outro. Trata-se do patamar mais baixo do indicador desde janeiro deste ano, início da série histórica. Os dados são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).
      Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a combinação do risco de novas instabilidades políticas e a atividade econômica ainda fraca, mesmo com inflação em queda e juros menores, contribuíram para o resultado do último mês. “O processo de recuperação da confiança dos consumidores poderá ser lento e irregular, variando ao sabor do clima político”, analisa Pinheiro.
      O Indicador de Confiança é composto pelo Subindicador de Expectativas, que passou de 53,9 para 51,1 pontos e pelo Subindicador de Condições Atuais, que registrou 27,8 pontos em junho ante 29,2 pontos em maio último. A escala dos indicadores varia de zero a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, mais confiantes estão os consumidores.
Oito em cada dez brasileiros acreditam que a economia está mal
     De acordo com o levantamento, 82% dos consumidores avaliam negativamente as condições atuais da economia brasileira. Para 17%, o desempenho é regular e para apenas 1% o cenário é positivo. Entre aqueles que avaliam o clima econômico como ruim, a principal explicação são os escândalos de corrupção e o mau uso dos recursos públicos, citados por mais da metade desses consumidores (51%). Em seguida, os entrevistados apontam sintomas da crise, como o desemprego (21%). Mesmo em queda, a inflação é causa principal da percepção negativa da economia para 15% dos consumidores.
     Já quando se trata de responder sobre a própria vida financeira, o número de consumidores insatisfeitos é menor do que quando se avalia a economia do Brasil como um todo, mas ainda assim é elevado. De acordo com a sondagem, 45% dos brasileiros consideram a atual situação financeira como ruim ou péssimo. Outros 45% consideram regular e um percentual menor, de 9%, consideram o momento bom. Dentre os entrevistados que exercem alguma atividade remunerada, 39% consideram média ou alta a probabilidade de serem demitidos. Para 26%, o risco é baixo e 35% não temem ser dispensados pelos seus patrões.
     O orçamento apertado e a dificuldade de pagar as contas são as principais razões para considerar a vida financeira ruim, apontadas por 31% desses consumidores. Os entrevistados mencionam também o desemprego (30%), as dívidas atrasadas (14%), a queda da renda familiar (11%) e a perda de controle financeiro (4%).  
    “O momento econômico difícil pelo qual o país atravessa influencia negativamente a vida financeira do brasileiro, obrigando que essas pessoas façam cortes no orçamento, consumam menos do que antes ou enfrentem dificuldades para honrar compromissos em dia”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.
40% dos consumidores estão pessimistas com o desempenho da economia
      A sondagem também procurou saber o que os brasileiros esperam do futuro da economia do Brasil e descobriu que 40% estão declaradamente pessimistas. Quando essa avaliação se restringe a vida financeira, no entanto, o volume de pessimistas cai para 14%. Os otimistas com a economia são apenas 16% da amostra, ao passo que para a vida financeira, o percentual sobe para 53% dos entrevistados.
     Para justificar a percepção predominantemente pessimista com os próximos seis meses da economia, mais uma vez a questão da desconfiança com a representação política aparece: mais da metade desses entrevistados (53%) cita a corrupção, a incompetência dos governantes e a falta de punição dos políticos como a principal razão de seu desalento. Para 14%, a razão do pessimismo é o contínuo aumento do desemprego. Há ainda 10% que alegam que novos fatos na política podem trazer desequilíbrios na economia.
      Entre a parcela minoritária que manifesta otimismo com a economia, praticamente a metade (50%) não sabe explicar as razões: apenas diz esperar que coisas boas devem acontecer. Além desses, 12% nutrem esperança de que a as pessoas voltem a consumir e 11% que os preços já não crescem de forma tão rápida como antes, causando um efeito positivo no bolso dos brasileiros.  
Metodologia
         Foram entrevistados 801 consumidores, a respeito de quatro questões principais: 1) a avaliação dos consumidores sobre o momento atual da economia; 2) a avaliação sobre a própria vida financeira; 3) a percepção sobre o futuro da economia e 4) a percepção sobre o futuro da própria vida financeira. O Indicador e suas aberturas mostram que há confiança quando os pontos estiverem acima do nível neutro de 50 pontos. Quando o indicador vier abaixo de 50, indica falta de confiança.
Fonte: CNDL 

Compra Direta Local aplica mais de R$ 3 milhões em recursos no mês de junho

       O Programa Aquisição de Alimentos (PAA), mais conhecido como Compra Direta Local da Agricultura Familiar e executado pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), bateu recorde na aplicação de recursos no mês de junho, chegando a mais de R$ 3 milhões (R$ 3.056.000,00) na aquisição de alimentos.
            De acordo com o coordenador do Programa, Adenieux Rosa Santana, a média histórica do PAA no Tocantins era em torno de R$ 1,5 milhão e 1,8 milhão. “É com muita alegria que analisamos esses dados, e isso se deu graças aos esforços dos extensionistas que estão nas unidades locais do Ruraltins, que, com muito empenho e aliados aos agricultores, e por meio de uma boa safra, tiveram muitos produtos para comercializarem. Isso contribuiu para que superássemos todos os valores aplicados durante cada mês”, frisou.

        Dentre os municípios que tiveram a maior aplicação do recurso, o coordenador informa que Pequizeiro está em primeiro lugar. Para Adenieux Rosa Santana, isso é resultado da implantação do Sistema de Inspeção Municipal (SIM), pois onde não há o serviço fica impossibilitado adquirir alimentos processados derivados, por exemplo, do leite e da carne.
            “Um bom exemplo é o município de Pequizeiro, sendo aplicados mais de R$ 300 mil na aquisição de produtos, destes, 100 mil foram de produtos processados. Isso mostra que nos municípios onde foram implantados o SIM, esses recursos foram superados de 30% a 40% por aqueles onde não existe o serviço, ou seja, o serviço de inspeção potencializa ainda mais o programa”, acrescentou o coordenador.
             Para Adenieux, o Compra Direta gera muitos benefícios, dentre eles estão a criação de mercado para a agricultura familiar comercializar seus produtos e a destinação dos alimentos a entidades socioassistenciais.

            “Outro ponto importante é o aquecimento da economia local. Se pegarmos o valor aplicado/ano e o público atendido, tem-se uma média de R$ 200 mil para cada município. Para um município de maior porte, talvez isso não seja tão significativo, mas para os municípios tocantinenses que têm um número abaixo de 10 mil habitantes, esse volume é muito importante. O produtor recebe seu recurso e ali mesmo ele supre as suas necessidades de supermercado, vestuário, de insumos agrícolas. Então esse dinheiro circula no município aquecendo e gerando novos empregos”, frisou Adenieux Rosa Santana, acrescentando que dos alimentos adquiridos pelo programa, 58% a 60% são utilizados na complementação da merenda escolar.
            Ainda de acordo com o coordenador, para o ano de 2017, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) tem uma aplicação de cerca de R$ 14 milhões em sua execução no Tocantins. “Neste semestre que se inicia, ainda temos cerca de R$ 6 milhões de recursos a serem aplicados. Acreditamos no potencial da agricultura familiar e no empenho dos extensionistas para que essa meta seja alcançada e até mesmo superada”, concluiu.
PAA
         Criado em 2003, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) é uma ação do Governo Federal, executado pelo Governo do Estado, por meio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins). Tem como finalidade o acesso a alimentos para a população em situação de insegurança alimentar, além de promover a inclusão social e econômica no campo por meio do fortalecimento da agricultura familiar. O Programa propicia a aquisição de alimentos de agricultores familiares, com isenção de licitação, a preços compatíveis com os praticados nos mercados regionais.

Programa Simplifica atende municípios de norte a sul do Tocantins

       O Simplifica – programa de Simplificação do registro e Legalização de Empresas e Negócios -, da Junta Comercial do Tocantins (Jucetins), está presente na maioria das cidades do nosso Estado. Implantado em aproximadamente 80% do Tocantins, o programa está ativo em 102 municípios, e tem como objetivo atingir 100% do estado até o fim do corrente ano.~

         O Governo do Tocantins buscou, através do Simplifica, dar maior agilidade, segurança e desburocratizar os processos de abertura, alteração e fechamento de empresas, facilitando os procedimentos para empresários e contadores.
          Jackson Gonçalves é contador há 10 anos, trabalha como profissional liberal e usa diariamente o Simplifica. Segundo ele o principal ponto do programa é a agilidade. “A Junta está sendo rápida em todo o processo que cabe a ela, já teve caso em que abrimos uma empresa com o Simplifica, ai na Junta, praticamente de um dia para o outro”, afirmou Jackson.
Confira se o seu município esta entre os implantados no Programa Simplifica.
                      MUNICÍPIO
1
Abreulândia
2
Aguiarnópolis
3
Aliança do Tocantins
4
Almas
5
Alvorada
6
Ananás
7
Angico
8
Aparecida do Rio Negro
9
Aragominas
10
Araguacema
11
Araguaçu
12
Araguaína
13
Araguanã
14
Araguatins
15
Arapoema
16
Arraias
17
Augustinópolis
18
Axixá do Tocantins
19
Babaçulândia
20
Barrolândia
21
Bom Jesus do Tocantins
22
Brasilândia do Tocantins
23
Brejinho de Nazaré
24
Buriti do Tocantins
25
Cariri do Tocantins
26
Caseara
27
Centenário
28
Chapada  Natividade
29
Chapada de  Areia
30
Colinas do Tocantins
31
Colméia
32
Combinado
33
Conceição do Tocantins
34
Couto de Magalhães
35
Cristalândia
36
Crixás do Tocantins
37
Dianópolis
38
Divinópolis do Tocantins
39
Dois Irmãos do Tocantins
40
Dueré
41
Esperantina
42
Fátima
43
Figueirópolis
44
Filadélfia
45
Formoso do Araguaia
46
Fortaleza do Tabocão
47
Goianorte
48
Goiatins
49
Guaraí
50
Gurupi
51
Itaporã do Tocantins
52
Jaú do Tocantins
53
Lagoa da Confusão
54
Lajeado
55
Lizarda
56
Luzinópolis
57
Marianópolis do Tocantins
58
Mateiros
59
Miracema do Tocantins
60
Miranorte
61
Monte do Carmo
62
Monte  Santo do Tocantins
63
Natividade
64
Nazaré
65
Nova Olinda
66
Nova Rosalândia
67
Novo Acordo
68
Oliveira de Fátima
69
Palmas (capital)
70
Palmeiras do Tocantins
71
Palmeirópolis
72
Paraíso do Tocantins
73
Pau d'Arco
74
Pedro Afonso
75
Peixe
76
Pequizeiro
77
Pium
78
Ponte Alta do Tocantins
79
Porto Alegre do Tocantins
80
Porto Nacional
81
Presidente Kennedy
82
Pugmil
83
Rio dos Bois
84
Rio Sono
85
Sandolândia
86
Santa Fé do Araguaia
87
Santa Maria do Tocantins
88
Santa Rita do Tocantins
89
Santa Rosa do Tocantins
90
São Félix do Tocantins
91
São Miguel do Tocantins
92
São Salvador do Tocantins
93
São Valério da Natividade
94
Sítio Novo do Tocantins
95
Sucupira
96
Taguatinga
97
Talismã
98
Tocantínia
99
Tocantinópolis
100
Tupirama
101
Wanderlândia
102
Xambioá

domingo, 16 de julho de 2017

Balança Comercial: exportações e importações aumentam no Tocantins durante o 2º semestre

Estudo aponta Porto Nacional como principal município exportador e importador do Estado. Soja é o principal produto exportado.
         A Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (FIETO) divulga a Balança Comercial referente ao primeiro semestre de 2017. O estudo está disponível no site da Federação (link Estudos e Pesquisas) e mostra que o número de exportações aumentou 32,6% e as importações aumentaram 147,5% no Tocantins em comparação ao primeiro semestre de 2016. Nas exportações o mês de maio foi o que mais se destacou representando 30,3% do total do primeiro semestre. Também em maio foi registrado um crescimento de 44,5% em relação a 2016. Já nas importações, o mês de maior destaque foi fevereiro com 28,8% do total do primeiro trimestre e um aumento de 384% na comparação com o ano anterior.

           As exportações e importações cresceram no Brasil e em toda a região Norte. A Região Norte representou, nesse primeiro semestre, 8% das exportações do Brasil e 7% das importações. O Tocantins foi responsável por 7% das exportações desta Região Norte e 0,5% da exportação total do Brasil.
            A soja é o produto mais exportado do Tocantins seguido por carnes desossadas de bovinos. Já o gasóleo e o metanol são os produtos mais importados. O Gasóleo teve maior participação nas importações e foi importado dos EUA e China.
         Porto Nacional aparece em primeiro lugar no ranking das cidades que mais movimentam o comércio exterior tocantinense: o município teve um crescimento de 410% na exportação de soja e 117% na exportação de milho. Palmas ocupa segundo lugar nas exportações do primeiro semestre, subindo 6 posições se comparado ao mesmo período de 2016, devido ao aumento nas exportações de soja, bijuterias e outros artefatos confeccionados, incluídos moldes para vestuário.
           O principal parceiro comercial do Tocantins nas exportações é a China que demanda, principalmente, soja, couros e peles de bovinos. Nas importações, o principal parceiro é os Estados Unidos com produtos como gasóleo, sulfato de amônio e complementos alimentares.

Produção de grãos, crédito e logística favorecem avicultura e suinocultura no Tocantins

       O panorama e as perspectivas dos setores de avicultura e suinocultura em nível internacional, nacional e regional foram tema de palestra ministrada na tarde dessa quinta-feira, 13, como parte da programação do 2º Congresso e Feira de Tecnologia para Pesca e Aquicultura do Matopiba (Piscishow) e 1º Congresso e Feira de Avicultura, Suinocultura e Lacticínios Agrofamiliar e Empresarial (Avisuleite). Os eventos estão sendo realizados em Palmas até sábado, 15.
         A palestra, ministrada pelo diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ariel Antônio Mendes, teve moderação da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia, Turismo e Cultura (Seden). Representando o secretário Alexandro de Castro Silva, o superintendente de Desenvolvimento Econômico, Vilmar Carneiro, enfatizou, na ocasião, a importância e a qualidade das informações trazidas pela Associação.

       Ariel Mendes pontuou um cenário otimista para o Tocantins no que diz respeito à avicultura e à suinocultura. “Primeiro, porque é um estado produtor de grãos, e milho e farelo de soja são a base da alimentação de frango e de suínos; além disso, tem uma outra característica importante no Estado que é crédito, com o Banco da Amazônia”, afirmou. Outra vantagem para o Estado, na avaliação do diretor da ABPA, diz respeito à logística. “Hoje, um grande diferencial também é a questão do modal de transporte, tanto para escoamento para o mercado interno quanto para exportação pelos portos do Norte do Brasil”, considerou.
         O incentivo do Governo do Estado ao desenvolvimento da agroindústria e da agropecuária também foi destacado pelo palestrante. “O Tocantins tem um Governo do Estado que apoia o setor da agroindústria e o setor pecuário. Então, isso faz uma diferença bastante grande. As perspectivas são boas”, disse, vislumbrando esta região que engloba os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, estados que compõem o Matopiba, como “a nova fronteira para a avicultura e a suinocultura”. “E isso deve acontecer no curto e médio prazo”, adiantou.
Congressos
      Intitulada Panorama da Avicultura e Suinocultura  no Brasil e no Mundo – Perspectivas para o Tocantins, a palestra de Ariel Mendes é uma das diversas temáticas em evidência nos congressos, que tiveram início na manhã desta quinta-feira e ocorrem simultaneamente no Centro de Convenções Parque do Povo, em Palmas. O Governo do Estado apoia os eventos, por meio do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado (CDE). Além da Seden, estão presentes no estande institucional a Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária e o Instituto de Desenvolvimento Rural (Ruraltins).
     A 2ª Piscishow e o 1º Avisuleite são realizações da revista Cerrado Rural e Federação das Associações Comerciais e Industriais do Tocantins (Faciet) e visam contribuir com o desenvolvimento da produção de proteína animal na região do Matopiba, por meio da difusão de tecnologias para estes setores.

Tocantins se prepara para realização do censo agropecuário 2017

           O secretário de Estado do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro), Clemente Barros, recebeu na tarde dessa quinta-feira, 13, uma equipe do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para conhecer as ações de funcionamento do censo agropecuário a ser realizado nos estabelecimentos agropecuários no Tocantins. No Brasil, serão visitados mais de 500 mil estabelecimentos; no Tocantins, será um total de 56.668 estabelecimentos agropecuários visitados.

        As visitas iniciam em outubro deste ano e devem durar cerca de cinco meses. Serão levantadas informações sobre a área, a produção, as características das pessoas que participam da atividade rural, o emprego das tecnologias de irrigação, o uso de agrotóxicos, gastos, renda, quem e o quê produzem, entre outros. Os resultados do Censo Agro 2017 devem começar a ser divulgados pelo IBGE em meados de 2018.
      Na ocasião, o coordenador Técnico Nacional do IBGE, Antônio Carlos Florido, ministrou uma palestra explicando que o censo agropecuário visa captar informações precisas para montar um diagnóstico do setor rural. “Diante destes dados, o gestor pode planejar ações de políticas públicas, direcionando os recursos necessários às demandas”, disse.
      Segundo Clemente Barros, o censo servirá para atualizar os dados do setor agropecuário e, posteriormente, contribuir nas tomadas de decisões das políticas públicas. “O último censo ocorreu há 10 anos, muitos dados já estão ultrapassados. Os dados atualizados podem direcionar no planejamento das ações do Governo do Estado, no intuito de desenvolver, ainda mais, a pecuária e a agricultura no Tocantins”, enfatizou.

Repis é benefício que colabora com micro e pequenas empresas do comércio

       As microempresas (ME) e as empresas de pequeno porte (EPP) têm uma garantia legal para praticar valores de pisos salariais diferenciados, por meio do Regime Especial de Piso Salarial – Repis. O benefício é permitido pela Lei Complementar nº 123/06 e foi obtido por meio da convenção coletiva de trabalho 2016/2017. Podem aderir as empresas com até 10 empregados, desde que cumpram a jornada legal de trabalho e respeitem todas as condições previstas na cláusula 36ª da referente Convenção Coletiva.

        Uma das vantagens em aderir ao Repis é a redução de custos, já que as empresas ficam autorizadas a efetuar salários mais enxutos do que os praticados pelas demais empresas. A economia pode chegar a R$ 5 mil anualmente, segundo tabela de valores comparativa (https://goo.gl/DNdo6j).
           Para aderir ao Repis, a empresa deve encaminhar à Fecomércio, por meio do seu contador, os documentos listados no site da federação: https://goo.gl/hS8LRv. A falsidade das informações contidas no requerimento implicará no desenquadramento da empresa do regime especial, sendo imputada à mesma o pagamento de diferenças salariais existentes.
           Caso as empresas apliquem o piso diferenciado sem adesão ao Repis e for comprovado durante fiscalização do Ministério do Trabalho, o empresário terá que recolher todas as verbas remanescentes, bem como poderá ser multado.
            Para mais informações sobre o benefício, o empresário interessado deve entrar em contato com a Fecomércio pelos telefones: Palmas - Sede (63) 3228-1900, Araguaína (63) 3412-3619 e Gurupi (63) 3312-1285.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Último Lote de Saques do FGTS devem Injetar R$ 1,2 BI nos Setores de Comercio e Serviços, Estimam SPC BRASIL e CNDL

Entre quem ainda vai sacar, 21% pretendem pagar dívidas em atraso. No total, 21% dos brasileiros já retiraram seu benefício na Caixa Econômica
        O próximo e último lote de saques das contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) estará liberado a partir do próximo sábado, (08/07) e deve injetar até R$ 1,2 bilhões nos ramos do comércio e serviços. A estimativa foi feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com base na projeção do governo de que os saques de julho atingirão R$ 3,5 bilhões.

        Levando em consideração os consumidores que ainda vão realizar saques, a principal finalidade será o pagamento de dívidas: 21% vão utilizar o dinheiro para quitar compromissos atrasados e 20% vão utilizá-lo para regularizar ao menos uma parte das pendências. Cerca de 21% citam também o pagamento de despesas do dia a dia e 22% planejam poupar os recursos que vão receber. Apenas 7% vão realizar compras extras de itens como roupas e calçados. Os que vão usar o dinheiro extra para viajar representam apenas 4%.
38% dos que já sacaram usaram o dinheiro extra para quitar dívidas
      O levantamento mostra que, dentre os trabalhadores que já realizaram saques, 38% usaram o dinheiro extra para quitar dívidas em atraso e 39% para pagar despesas do dia a dia, enquanto 6% usaram esse recurso para pagar ao menos parte das pendências. Há ainda 12% de trabalhadores que optaram por poupar o benefício. Outra estratégia também utilizada pelos entrevistados foi aproveitar o dinheiro extra para antecipar o pagamento de contas não atrasadas, como crediário e prestações da casa ou do carro, citado por 7% dos que já sacaram seus recursos.
       De acordo com a pesquisa, 21% dos brasileiros já sacaram o benefício e 10% ainda pretendem fazê-lo assim que o último lote estiver disponível. No total, 54% dos consumidores não têm dinheiro a resgatar o FGTS inativo, enquanto 10% desconhecem se têm direito ao saque.
Metodologia
       A pesquisa foi realizada em 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de no máximo 3,5 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.
Fonte: CNDL

Contribuintes que não entregarem o Documento de Informações Fiscais podem ter inscrição estadual suspensa

       Dos 7.948 contribuintes obrigados a entregar o Documento de Informações Fiscais (DIF), 1.161 estão em situação de omissão do documento, ano-base 2016. O prazo para entrega foi até o dia 28 de fevereiro de 2017. Esses contribuintes já estão com suas inscrições estaduais com restrições na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) desde o dia 13 de junho deste ano, conforme previsão legal do Decreto nº 2.912/2006. A declaração é anual e obrigatória para todos os contribuintes inscritos no Cadastro de Contribuintes do Estado do Tocantins (CCI-TO), exceto para os optantes do Simples Nacional.

         Caso o contribuinte não regularize sua situação fiscal, que já está com restrições, até a quinta-feira, 13, a inscrição estadual será suspensa de ofício do CCI -TO. “A restrição interrompe temporariamente a regularidade cadastral do contribuinte e o impede de ser destinatário de mercadorias ou serviços”, alertou Mayko Tenório, gerente de Informações Econômico-Fiscais da Sefaz.
         A entrega do DIF é uma obrigação do contribuinte e o documento serve, entre outras situações, para a elaboração do Índice de Participação dos Municípios (IPM) - repasse sobre o montante de 25% do que é arrecadado com ICMS aos 139 municípios tocantinenses. “Sem as informações econômico-fiscais, ou seja, entradas e saídas de mercadorias e prestação de serviços que devem constar no DIF das empresas, os municípios podem sofrer a redução de seu índice e a consequentemente perda de recursos financeiros”, ressaltou Mayko Tenório.
Declaração
           A entrega da declaração é obrigatória para todos os contribuintes que possuem estabelecimentos comercial ou industrial, seja matriz, filial, sucursal ou depósito, inscritos no CCI -TO. Também estão obrigados a declarar o produtor agropecuário, pessoa física, que possua termo de homologação de Autorização de Impressão de Documentos Fiscais (AIDF), modelo M-4, com a situação ativa no exercício a ser declarado.

Jucetins e Sebrae planejam parceria para auxiliar os municípios através do Simplifica

       A Jucetins (Junta Comercial do Tocantins) e o Sebrae Tocantins (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), se reuniram na tarde desta terça-feira (4) para pautar os próximos passos da parceria entre as instituições no Simplifica - programa de Simplificação do Registro e Legalização de Empresas e Negócios.

          O gerente institucional do Sebrae Tocantins, Roberto Moraes, pontuou que o objetivo desta parceria é que todo o estado utilize o Simplifica, uma ferramenta importante para desburocratização das operações para as empresas no Tocantins. ”O programa é importante não só para as instituições que estão o implantando, mas para o município, o gestor municipal e o pequeno empresário. Existe uma amplitude social muito grande operando com o Simplifica”, destacou Roberto.
          “O Sebrae é fundamental para o andamento do projeto, pois, a entidade está inserida em todos os municípios e já trabalha com as micro e pequenas empresas” complementou o gerente de tecnologias da Jucetins, Helivan Lopes.

          Um canal direto com os 102 municípios, que já implantaram o programa, o Sebrae vai trabalhar a capacitação dos agentes do sistema em cada região.
         Durante a reunião foi definido, pelos consultores do Sebrae e os técnicos da Jucentins, que a primeira ação será um encontro com as empresas de software atuantes nas prefeituras, para conversar e alinhar o sistema. A segunda ação será a capacitação, com palestras sobre o manuseio do Simplifica. Um material didático para esclarecimento sobre o programa também será produzido.

Sondagem Especial: 60% das indústrias tocantinenses declaram utilizar ou já ter utilizado serviços terceirizados

Pesquisa mostra grande utilização de serviços terceirizados pelos empresários tocantinenses que creditam à modalidade de contratação ganhos de competitividade, tempo, qualidade e redução de custos.

      Defendida pelo segmento industrial, a Terceirização foi tema de estudo elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (FIETO) e Confederação Nacional da Indústria (CNI) que evidenciou grande adesão do empresariado tocantinense: 60% das indústrias pesquisadas afirmaram utilizar ou já ter utilizado serviços terceirizados nos últimos três anos. A Sondagem Especial – Terceirização está disponível no site www.fieto.com.br link Estudos e Pesquisas.  
         A lei que libera a terceirização para todas as atividades das empresas foi sancionada no final de março pelo presidente Michel Temer mantendo temas centrais do texto aprovado 22 pela Câmara dos Deputados. A medida prevê que a contratação terceirizada possa ocorrer sem restrições, inclusive na administração pública o que antes era vetado, por exemplo, na atividade fim das empresas.
         O estudo mostra que os principais serviços terceirizados pelas indústrias tocantinenses são a Montagem e/ou Manutenção de Equipamentos e Serviços de Consultoria técnica, ambos com 35% das marcações, empatados no 1º lugar da pesquisa. Em 2º e 3º lugar destacam-se os Serviços de Logística e Transportes (33%) e os Serviços de Tecnologia da Informação (TI) e/ou Segurança da Informação (30%).
        “O principal problema apontado pelos empresários em relação a terceirização foi a insegurança jurídica que, com a aprovação da lei, será superado permitindo os ganhos esperados pela classe em competitividade, ganho de tempo, redução de custos, aumento da produção e da qualidade dos serviços”, avalia a gerente da Unidade de Desenvolvimento Industrial (UNIDES) da FIETO, Greyce Labre.
       As respostas dos empresários também mostram cuidados em relação aso trabalhadores das empresas terceirizadas. 64% das empresas que terceirizam serviços afirma que verifica se a empresa contratada cumpre com as normas de Saúde e Segurança no Trabalho e que proporcionam aos trabalhadores terceirizados o mesmo tratamento dado aos efetivos de sua empresa.
         Outra preocupação dos empresários são os direitos trabalhistas. 45% das empresas afirmam verificar se a empresa contratada cumpre com os encargos trabalhistas (FGTS, INSS e outros). O percentual das indústrias que afirma estimular a empresa contratada a capacitar os terceirizados é de 24%, enquanto 9% estimula a empresa contratada a adotar benefícios extra salariais semelhantes aos oferecidos a seus empregados.
       Com a nova lei, em casos de ações trabalhistas, caberá à empresa terceirizada (que contratou o trabalhador) pagar os direitos questionados na Justiça, se houver condenação. Se a terceirizada não tiver dinheiro ou bens para arcar com o pagamento, a empresa contratante (que contratou os serviços terceirizados) será acionada e poderá ter bens penhorados pela Justiça para o pagamento da causa trabalhista.
         Na análise de perspectivas dos empresários, a pesquisa mostra que 70% das empresas pretendem manter o nível de utilização, 16% planeja aumentar a utilização dos serviços terceirizados, 8% não pretende utilizar tais serviços e apenas 5% irá reduzir o emprego de serviços terceirizados.

 
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