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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Presença da Empresa Chinesa POWERCHINA em Porto Nacional Impulsionará a Economia do Município

     O prefeito Joaquim Maia recebeu, neste dia 30, às 10h, na Câmara Municipal, diretores da empresa PowerChina. Na reunião foram tratados assuntos sobre a instalação do canteiro de obras e escritório central da empresa em Porto Nacional.


        A sua instalação no município se faz necessário em razão da instalação da rede de transmissão de energia elétrica entre Xingu (PA) até o município de Nova Iguaçu (RJ). E Porto Nacional é um local estratégico para a centralização da empresa.






Movimentando a economia


    A instalação do escritório e do canteiro de obras em Porto Nacional dará uma grande movimentação no comércio local. Aquecendo o mercado de trabalho com contratações da mão de obra local, a empresa chinesa trará recursos que aquecerão o ramo de supermercados, materiais de construção e setor imobiliário. Com isso, o reflexo será positivo em todas as áreas.




       “A presença da PowerChina em Porto Nacional dará um grande impulso no comércio local. Com a oferta de trabalho que será aberta teremos mais recursos circulando em nossa cidade.” Disse comemorando o prefeito Joaquim Maia.

Investimentos


       O chamado segundo bipolo de Belo Monte vai escoar energia do rio Xingu, no Pará, para a região Sudeste, até o município de Nova Iguaçu (RJ). A licitação envolveu um único lote com 2.550 km de linhas de transmissão e 7.800 MW de capacidade instalada em duas subestações conversoras.






     Em construção no Pará, a hidrelétrica de Belo Monte tem a conclusão das obras prevista para janeiro de 2019. Com um investimento estimado em R$ 28,9 bilhões, a usina terá potência de 11.233 MW e deve gerar 4.571 MW médios, instantaneamente.

      Estão previstos investimentos da ordem de R$ 7 bilhões com obras em 5 estados: Pará, Tocantins, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro. A Aneel estima a geração de 16,8 mil empregos diretos com o projeto.

     A agência estabeleceu um prazo de 50 meses para a conclusão do linhão, o que representaria início de operação a partir de dezembro de 2019.


sábado, 27 de maio de 2017

Governo do Tocantins participa do Fórum de Investimento Brasil 2017


      O Governo do Tocantins participa, em São Paulo, do Fórum de Investimento Brasil 2017, evento que apresenta para lideranças empresariais nacionais e estrangeiras oportunidades de investimentos. Iniciado nessa terça-feira, 30, o encontro encerra na quarta-feira, 31.
      O Tocantins conta com um espaço destinado a apresentar, ao público presente, as potencialidades que o Estado oferece. O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia, Turismo e Cultura (Seden), Alexandro de Castro; e o diretor de Desenvolvimento Estratégico e Atração de Investimentos da Seden, Paulo Mendonça; participam do evento buscando fomentar novos negócios e oportunidades de investimentos para o Tocantins.
    Conforme Paulo Mendonça, a feira é uma excelente oportunidade para ampliar os contatos de qualidade com grupos nacionais e internacionais, instituições públicas e privadas, voltadas para o desenvolvimento da economia, quer seja para o fomento e o financiamento ou na operação, na construção e no serviço. A expectativa é que, por meio do Fórum de Investimento Brasil 2017, os investidores possam tomar conhecimento sobre oportunidades de negócios nos setores mais promissores do Estado para se investir.
     Ele diz ainda que as palestras e os workshops que estão sendo ministradas por profissionais dos temas abordados, proporcionam entendimento pleno do cenário nacional e global contemporâneo vivenciado por ícones dos setores.
    O evento proporciona o acesso às informações sobre os mais de 20 setores da economia a investidores de mais de 40 países. Ainda, conta com diversos painéis temáticos e mesas-redondas para debates. O Fórum de Investimento Brasil 2017 é realizado pelo Governo Federal, por meio dos Ministérios do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e das Relações Exteriores, da Apex Brasil e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Projeto de R$ 3 milhões vai beneficiar pequenos produtores rurais no Tocantins


      O Governo do Estado, por meio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), coloca em prática o projeto Oportunidade. A ação vai beneficiar 800 pequenos produtores rurais, em todo Tocantins, que ganham até três salários mínimos, com aplicação de recursos de mais de R$ 3 milhões, provenientes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com contrapartida do governo estadual.
       A iniciativa tem como objetivo prestar assistência técnica aos pequenos agricultores com foco na gestão da propriedade e no desenvolvimento tecnológico. De acordo com o engenheiro agrônomo do Ruraltins, Edmilson Rodrigues, um dos coordenadores do projeto, a ideia é contribuir com o desenvolvimento econômico e social desses produtores, ofertando regularmente os serviços de assistência técnica e extensão rural. “Atuaremos prioritariamente nas cadeias do arroz, feijão, mandioca, mel, leite, bovinos de corte e leite, caprinos, ovinos, frutas, aves, grãos e outras que forem sugeridas pelos participantes, visando ampliar a renda dos produtores enquadrados nas classes D e E”, explicou.
Apresentação
     Segundo ainda o engenheiro, o projeto está na fase inicial, com reuniões envolvendo o corpo técnico do Ruraltins, de todas as regionais, para apresentação das atividades. Na sequência, serão realizados 92 Seminários para identificação e debate das cadeias produtivas, sendo um em cada município que tem escritório do Ruraltins, com a presença de representantes de organizações de produtores rurais, de entidades públicas, extensionistas e produtores.
       “Vamos mapear os produtores que trabalham nas cadeias produtivas, em seguida faremos visitas para mobilização do público selecionado com aplicação de questionários, no sentido de conhecer o modo de vida das famílias e verificar se as mesmas se enquadram na proposta do projeto. Além disso, realizaremos cursos de capacitação para técnicos e produtores, dias de campo e implantaremos unidades produtivas que servirão como ferramentas para uso dos extensionistas e produtores”, pontuou Edmilson Rodrigues, complementando ainda que o projeto envolverá 100 técnicos do órgão.
      Para atender o cronograma de execução, nessa terça-feira, 30, um grupo formado por 35 técnicos do Ruraltins, da regional de Porto Nacional, conheceu a proposta do Oportunidade, que vai abranger municípios das regiões de Araguaína, Bico do Papagaio, Dianópolis, Gurupi, Jalapão, Miracema, Porto Nacional e região de Rio Formoso, com prazo de execução de 18 meses. A reunião teve também a participação do representante do Mapa, Antônio Humberto Simão, chefe de Divisão do Desenvolvimento Agropecuário, que falou um pouco sobre as expectativas dessa parceria em prol da melhoria da assistência técnica no Tocantins.
        A supervisora regional, Isa Maria Neres, vê com muito otimismo esse trabalho que ora se inicia. “É um momento oportuno, onde os técnicos estão otimistas com as propostas elaboradas, pois vão trabalhar de forma mais segura, planejada, sabendo o que fazer, com recursos que surgem pra ajudar a assistência técnica. Com certeza haverá um crescimento do próprio órgão, da equipe e com bons resultados nos municípios. Acreditamos também que esses agricultores terão uma assistência melhor e de qualidade”, ressaltou.
       O projeto Oportunidade será apresentado ainda para os técnicos das regionais do Ruraltins de Taguatinga, Gurupi, Araguaína, Araguatins e Miracema, entre os dias 1 e 8 de junho.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Sine oferece capacitação gratuita no interior do Estado

      
      Orientar e capacitar os trabalhadores que estão em busca de um emprego são funções do Sistema Nacional de Empregos (Sine), que tem uma agenda constante de cursos. Nesta semana, de 29 de maio a 2 de junho, começa com novas turmas em vários municípios do Estado.
    O trabalhador interessado em participar dos cursos pode procurar as 9 unidades do Sine localizadas em: Araguaína, Araguatins, Dianópolis, Guaraí, Gurupi, Palmas (Centro e Taquaralto), Paraíso e Porto Nacional.
        Os documentos necessários para inscrição são carteira de identidade, CPF, carteira de trabalho e comprovante de endereço. Os cursos ofertados no Sine são totalmente gratuitos.
Cronograma de cursos, de 29 de maio a 2 de junho:
       Araguatins - Desenvolvimento de habilidades e competências, das 14 às 18 horas, no Centro de Referência de Assistência Social;
        Araguaína - Atendimento ao Cliente, das 8 às 12 horas; e Marketing Pessoal, das 14 às 18 horas, no Sine de Araguaína;
        Dianópolis - Qualidade em Atendimento ao Cliente, das 8 às 12 horas;
        Porto Nacional - Autogestão em atendimento ao cliente (14h às 18h), no Sine de Porto Nacional;
       Ainda em Dianópolis, entre os dias 29 de maio e 9 de junho, vai ocorrer o curso Qualidade em atendimento ao cliente, das 19 às 21 horas, no Sine de Dianópolis; e ainda a palestra dia 29, para alunos da disciplina Emprego e Trabalho do Projeto Educação de Jovens e Adultos (EJA), com o tema Qualidade no Atendimento em Ambiente de Trabalho, ministrado por Kelly Ayres, na Escola Batista.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Mototaxistas têm linha específica para a categoria no Banco do Empreendedor

     

      O Governo do Tocantins, por meio do Banco do Empreendedor do Tocantins (BEM), possui uma linha de crédito especial para os mototaxistas. O programa “MotoBem” financia a aquisição de motos e equipamentos de segurança, com a principal vantagem de não deixar a moto alienada, fato que dificulta a troca ou a venda do veículo.
    O empréstimo é destinado aos mototaxistas exclusivamente para a renovação da frota, sem direcionamento para marca específica, no valor de até R$ 8.500, em até 24 vezes, para garantir mais segurança tanto para o trabalhador do ramo como para o usuário do serviço. O acesso ao crédito para este segmento é sem burocracia e com a menor taxa de juros do país, 1% ao mês.
Critérios para adquirir o crédito
      Para que o financiamento seja concedido ao mototaxista, é necessário que ele seja credenciado pelo órgão municipal responsável e esteja cadastrado em associações, cooperativas e sindicatos. O proponente precisa ter idade mínima de 21 anos e residir no Estado há pelo menos dois anos; não possuir restrições cadastrais (SPC, Serasa e Cartório de Protesto); ter avalista com renda compatível ao valor da parcela do empréstimo, e estar em dia com pagamentos de taxas e impostos do Estado.
Etapas do financiamento 
      Quando estiver com toda a documentação pronta, o proponente preenche a proposta, que será analisada pela equipe técnica do BEM. Em seguida, o Comitê de crédito analisa e, após a provação, o contrato é liberado e assinado. Nesta etapa, a concessionária é autorizada a faturar o item e na seqüência o pagamento é liberado à concessionária. É necessário apresentar a nota fiscal ao BEM para ser autenticada pelo mesmo. Concluídas todas estas etapas, há o acompanhamento da vigência do empréstimo.
Documentação necessária
- Carteira de Identidade (RG) – Se for casado (a) é necessária a cópia da carteira de identidade do cônjuge;
- CPF (Cadastro Pessoa Física) – Se for casado (a) é necessária a cópia do CPF do cônjuge;
- Cópia do Cartão do CNPJ (MEI);
- Documento de comprovação de estado civil: Certidão de Casamento, Certidão de Nascimento, Certidão de Divórcio, etc;
- Título de Eleitor e comprovante de votação da última eleição/Quitação Eleitoral;
- Comprovante de endereço atualizado (conta atual de água/luz);
- Cópia da CNH – Carteira Nacional de Habilitação, Categoria “A” com a informação na carteira de que exerce a atividade remunerada habilitada para mototáxi;
- Documento de Regularidade do órgão municipal competente – Alvará de Licença do ano vigente;
- Cópia da carteira de permissionário de mototáxi;
- Apresentação de Certidão Negativa de Débito (CND), emitida pela SEFAZ;
- Declaração de filiação a Sindicato/Cooperativa/Associação;
- Orçamento emitido pela concessionária, constando marca, modelo e cilindrada da motocicleta.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Com Apoio da Prefeitura Encontro da Familia MEI contou com mais de 960 Empreendedores

      O Prefeito Joaquim Maia participou no último sábado 20, do Encontro Família MEI, o eventofoi uma realização da Fieto e Sebrae em parceria com a Prefeitura Municipal, e foi realizado na Escola Estadual Irmã Aspásia das 09h às 17hrs, e contou coma participação de cerca de 960 microempreendedores individuais de Porto Nacional e região, que receberam capacitações, cursos e informações técnicas voltadas ao crescimento do empresariado local.





      O encontro contou com palestras sobre gestão para os microempresários, orientação financeira, oficinas técnicas, exposição e novas tecnologias além de linhas de créditos oferecidas pelos representantes bancários parceiros do evento. Na parte social, foi oferecido a emissão de carteiras de trabalho, que teve uma grande procura pelos jovens.





       O Prefeito Joaquim Maia, parabenizou o grande sucesso do evento, e apontou a importância do município em ser parceiro de grandes projetos que visam fomentar a economia local. “O encontro foi uma grande oportunidade dos nossos microempreendedores se capacitarem e buscarem novas formas de crescimento,sabemos que temos uma capacidade muito grande de crescimento, e temos que explorar novas técnicas e condições de aprimorarmos e impulsionarmos melhor nossa economia, já que nossa cidade tem sido exemplo a nível de estado sendo apontada esse ano pela Fieto como 1ª lugar na balança comercial do Tocantins, motivo que nos motiva a continuar trabalhando mais ainda por políticas que visem aquecer e melhorar nosso comércio”.


Fonte: ASCOM/Prefeitura Municipal

terça-feira, 23 de maio de 2017

Agenda SEBRAE Porto Nacional - Cursos / Oficinas / Palestras - Maio 2017



        Confira abaixo a agenda de cursos e palestras disponíveis para os empreendedores de Porto Nacional no SEBRAE Porto para o mês de Maio. 


          Para maiores informações e inscrições acesse o  link do SEBRAE no menu parceiros ao lado, ou na sede localizada na Rua Frederico lemos - Centro ou ainda pelo telefone (63) 3363-1455 em horário comercial.

Fórum para o Desenvolvimento da Economia do Tocantins inicia em Guaraí

      A realização do primeiro Fórum de Desenvolvimento Econômico do Tocantins, que teve início na tarde desta terça-feira, 23, no município de Guaraí, será um marco na trajetória do desenvolvimento da economia do Estado. Esta foi a análise do secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia, Turismo e Cultura, Alexandro de Castro Silva, e da prefeita do município de Guaraí, Lires Ferneda, durante a abertura do encontro. 

     O Fórum reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores e empresários dos municípios da região centro-norte do Tocantins e, conforme destaca Alexandro de Castro, é um espaço para identificação das oportunidades e estratégias que melhor se adequam aos municípios, de forma que, com a rodada de eventos, os projetos sejam levados à ação. "Muito se fala sobre o potencial do Estado. É chegada a hora de traçarmos as melhores estratégias para que esse potencial seja alcançado e possamos efetivamente ver a nossa economia crescer", enfatizou o gestor. 

      Prefeita de Guaraí, município sede do primeiro Fórum, Lires Ferneda destacou a importância dos gestores municipais estarem participando deste evento. "É um gesto de responsabilidade. Cabe a nós promovermos o desenvolvimento dos municípios, e a presença dos prefeitos aqui demonstra que estamos comprometidos em cumprir a responsabilidade que assumimos quando eleitos", disse aos demais prefeitos. 
      Um dos gestores municipais presentes, Itamar Barrachini, de Santa Maria do Tocantins, enfatizou a importância da união entre os governos federal, estadual e municipal para a promoção desenvolvimento de que as cidades necessitam. Ele pretende aproveitar o espaço para apontar as demandas e encontrar alternativas para a cidade de Santa Maria. Investimentos em infraestrutura, saúde e educação, pontuou, são primordiais para que a cidade se desenvolva.
      Para a prefeita de Guaraí, este é o espaço adequado para esta finalidade. "O Fórum é um marco para promover a consciência de que podemos tornar nossos municípios prósperos e mudar a nossa realidade  para melhor", frisou Lires Ferneda.
Quarta-feira
      As atividades do Fórum de Desenvolvimento Econômico seguem na quarta-feira, 24, com ampla programação voltada para gestores municipais e empresários. Pela manhã, após a abertura oficial, será ministrada a palestra A Inovação que gera mudanças e a Liderança Criativa do século XXI; logo depois, o Talk Show: Tocantins na Rota do Desenvolvimento Econômico do Brasil e do Mundo; e o Case de sucesso - Prefeitura em Ação.

      À tarde, serão realizados, simultaneamente, os seguintes workshops: Cenários e Oportunidades para o Desenvolvimento Regional; A Gestão Cultural e a Economia Criativa; 2017 – O ano do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento do Tocantins; Programa “Tocantins 21”: Os resíduos sólidos e sua responsabilidade ambiental; Piscicultura Familiar: Desafios e Oportunidades; Ações e investimentos; e Desenvolvimento Social, Econômico e Sustentável.
      Paralelamente, no Espaço para o empresário, serão abordadas as temáticas: Acesso a incentivos fiscais e Acesso a crédito, seguidas de rodada de negócios entre instituições financeiras e empresários da região

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Banco do Empreendedor fecha Quadrimestre com R$ 1,3 Milhão em Empréstimos Liberados


    Balanço do Banco do Empreendedor do Tocantins (BEM) aponta que 150 pessoas já foram beneficiadas, este ano, com empréstimos concedidos pelo Governo do Estado. O montante liberado já ultrapassa os R$ 1,3 milhão.
       Sobre o volume de empréstimos, o presidente da instituição, Acy de Carvalho Fontes, afirma que o trabalho é resultado da política do Governo do Tocantins de investir na geração de emprego, renda e na qualidade de vida dos tocantinenses. “Já que todo o país passa por uma situação difícil, entendemos que é importante fazer a economia girar, por isso, além de uma política cuidadosa de recuperação de crédito, temos o cuidado de fazer esse recurso voltar imediatamente para o cidadão por meio dos empréstimos”, destacou.
       A empresária Vera Noleto e a filha Flavia Noleto representam bem o perfil do empreendedor que tem crescido em época de crise por aceitar se reinventar. Já no ramo da costura e venda de roupas há mais de dez anos, ela contraiu recentemente um empréstimo no Banco do Empreendedor no valor de R$ 8 mil para repaginar o seu negócio e lançar um novo conceito em vendas e aluguéis de roupa sob a ótica do compartilhamento. As vendas, por meio do comércio virtual, são umas das novas apostas da dupla.
      O servidor público estadual também é uma categoria atendida pelo Banco do Empreendedor. O policial militar Fortunato de Oliveira Chaves é um exemplo. Em 27 anos de trabalho, conta que esta é primeira vez que precisou recorrer ao Banco para um empréstimo e ficou muito satisfeito com as condições oferecidas. “Você vê que não é um comércio, o propósito é ajudar a gente mesmo e não nos deixar endividado. Por isso, as parcelas não são estendidas e a taxa de juros é bem baixa”, comemorou o policial, que usará o recurso para auxiliar o filho que está na faculdade.
Programas
      O segmento de concessão de crédito a microempreendedores contempla o setor urbano e rural, formal ou informal, tais como: feirantes; artesãos; cabeleireiros; serralheiros; marceneiros; doceiros; sapateiros; jardineiros; açougueiros; doceiras; salgadeiras; costureiras; integrantes de associações, cooperativas e sindicatos; proprietários de lanchonetes, restaurantes, pequenos produtores rurais (hortaliças); barqueiros e barraqueiros.
    Os valores para financiamento variam entre R$ 1 mil a R$ 10 mil, de acordo com o tipo de financiamento, com as opções de investimentos em equipamentos e capital de giro. O prazo para pagamento varia de 1 a 24 meses. A taxa de juros é de 1% ao mês.
      Já para a Assistência Financeira ao servidor, os valores liberados podem variar de R$ 1 mil até R$ 15 mil, de acordo com a margem consignável do servidor e, dependendo do valor do empréstimo, o número máximo de parcelas varia entre 18, 24 e 36 meses. A correção mensal é de 1,80 % ao mês.

AGROTINS 2017 Bate Recorde com mais de R$ 650 Milhões em Negócios



    Em balanço divulgado nesta quarta-feira, 17, o secretário de Estado do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária, Clemente Barros, anunciou que a 17ª Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins) bateu recorde de movimentação financeira e público. De acordo com o gestor, o evento contou com um público de 120 mil visitantes e um volume de negócios de R$ 652 milhões. 

      Em relação ao ano passado, quando o balanço apontou R$ 451 milhões em negócios, a Agrotins movimentou, em 2017, R$ 201 milhões a mais. A quantidade de visitantes também superou em 35 mil pessoas a quantidade do ano anterior, quando recebeu 85 mil visitantes. Para este ano, a projeção do Governo era que a feira movimentasse R$ 600 milhões e tivesse um público em torno de 100 mil pessoas.

      “Desde que começamos a programar a Agrotins, no início do ano, já avisávamos que o cenário do evento seria totalmente diferente do que foi o do ano passado, quando a gente tinha sofrido frustração de safra, dificuldades com a crise financeira, falta de chuvas, enfim. Esses fatores prejudicaram a nossa safra e isso nos prejudicou tanto em volume de negócios como em público visitante. Já este ano, tínhamos um cenário positivo e o pessoal entusiasmado com o recorde da colheita da safra no Estado. Nós fizemos uma programação baseada nesse cenário de otimismo e o resultado foi além das nossas expectativas. Batemos o recorde de todas as Agrotins já realizadas”, comemorou Clemente Barros.

      A feira também trouxe outros números positivos. Conforme informações da Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro) foram realizadas, pela pasta, 377 atividades, que incluem cursos, palestras, oficinas e seminários para produtores rurais e estudantes. Participaram das ações 6.500 pessoas.

    O evento contou também com a participação maciça de estudantes do primário, ensino médio, técnico e superior. Em relação aos alunos da rede pública (estadual e municipal) e particular de ensino, cerca de três mil estudantes visitaram a Agrotins. “Além de transferência de tecnologia, a feira gera também conhecimento sobre uma área que é essencial para o nosso País, que é a Agricultura”, disse Clemente Barros.

     Segundo os números divulgados pela Seagro, 652 empresas montaram seus estandes na Feira, sendo que 20 estiveram no evento pela primeira vez. Para realização da Agrotins, o Governo investiu cerca de R$ 6,7 milhões. Foram parceiros do evento o Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado (CDE) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). 

     “A cada ano que passa, estamos crescendo mais e mais. Esse ano, por exemplo, tivemos várias fábricas e empresas que, ao invés de mandarem seus representantes locais, trouxeram sua estrutura completa de maquinário e tecnologia para expor e negociar aqui diretamente com os agricultores. Isso é um ganho de reconhecimento muito grande”, assegurou Clemente Barros. 

Estrutura e Tecnologia

     De acordo com Clemente Barros, a estrutura foi um dos pontos altos para que a Agrotins 2017 alcançasse o sucesso. “A feira ficou extremamente qualificada, tanto no acesso, como na disposição dos estandes e na integração das atividades. Ao contrário dos anos anteriores, a parte institucional foi democratizada, nós não tínhamos mais aqueles recintos fechados para cada instituição, colocamos todas em um espaço aberto e próximas. Além disso, os estacionamentos melhoraram, sendo ampliados e bem estruturados. A organização do trânsito, por parte da prefeitura, também é outro fator que destaco aqui como algo que ajudou no sucesso do evento”, contou.

     O secretário enfatizou também a importância da difusão da tecnologia para o homem do campo. “As vitrines tecnológicas, a cada ano, são importadas pela iniciativa privada, quer seja de milho, soja ou de outros segmentos. Os expositores trouxeram o que há de mais novo no mercado, deram visibilidade e, consequentemente, as vitrines foram uma das áreas mais visitados da feira”, informou.

Ruraltins

    Responsável pelas ações governamentais voltadas para a Agricultura Familiar e o pequeno produtor rural, o Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins) também apresentou balanço da sua participação no evento.



     Diariamente, 250 pessoas participaram de capacitações e palestras voltadas para produtores rurais e técnicos. Nos estandes da Agricultura Familiar, 40 expositores comercializaram seus produtos, gerando uma renda total de R$ 20.600. O circuito da Fazenda Sustentável, organizado dentro da feira pelo Ruraltins, atraiu 135 caravanas de diversos municípios do Tocantins e duas do estado do Pará.

    Conforme o balanço, 3.200 pequenos produtores rurais de todo o Estado, ligados à Agricultura Familiar, visitaram a Agrotins com suas caravanas apoiadas pelo Governo do Tocantins. A Vitrine da Agricultura Familiar recebeu, em média, a quantidade de cinco mil pessoas, por dia, visitando o local.

17ª Edição da Agrotins

    Neste ano, a 17ª edição da Agrotins trouxe como tema Água, a Sustentabilidade da Vida e o slogan Os desafios de produzir frente às mudanças climáticas. O evento ocorreu de 9 a 13 de maio.

      Durante mais de uma década e meia, a Agrotins vem se firmando como referência na divulgação, na transferência de conhecimento e tecnologia para o crescimento do segmento agropecuário regional, atraindo expositores e investidores de várias partes do Brasil e principalmente das regiões Norte e Nordeste, que têm, entre as fontes econômicas, a produção de grãos.

      No evento, foram apresentadas vitrines tecnológicas com indicação de novas cultivares, adaptadas à realidade do clima e solo da região, e economicamente viáveis. Além de palestras e cursos voltados para a área rural, exposição e julgamento de raças de animais, torneio, e a modernidade de máquinas e implementos agrícolas, veículos e instituições de fomento.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Cadastro Ambiental Trará Benefícios para Produtores Rurais do Tocantins

    

    Previsto no Novo Código Florestal (Lei Federal nº 12.651/12), regulamentado pelo decreto Federal nº 7.830, de 17 de outubro de 2012, o Cadastro Ambiental Rural (CAR) visa facilitar o mapeamento das propriedades rurais, auxiliar no controle do desmatamento e da localização das reservas legais, além de incentivar o crescimento econômico da propriedade de modo sustentável.
    Dentre as vantagens para o produtor rural que aderir ao CAR, estão a facilidade de obtenção de crédito rural com taxas de juros menores e prazos de pagamento maiores e o aumento dos limites de crédito praticados atualmente pelo mercado, além de melhores condições de contratação de seguro agrícola e do fim da necessidade de averbar em cartório as áreas de preservação nas matrículas.
    O CAR vai melhorar também o reconhecimento das áreas de preservação permanentes, reserva legal e áreas de uso restrito para fins de dedução do cálculo do Imposto Territorial Rural (ITR), que além de diminuir o imposto a ser pago, irá gerar crédito tributário. O cadastramento poderá ser feito também em imóveis pendentes de regularização fundiária, facilitando assim o procedimento cadastral.
    Conforme o Código Florestal, os bancos só poderão conceder crédito agrícola, independente da modalidade (custeio, investimento e comercialização), para proprietários e posseiros de imóveis rurais que estejam inscritos no CAR.
    De acordo com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), o CAR deve ser feito por todos os proprietários rurais, independente do tamanho da terra. Até o momento, o órgão já contabilizou 59,5% de cadastros validados no Tocantins pelo registro eletrônico do Sistema de Informação para a Gestão do CAR (Sigcar). O total de área cadastrada é de 14.063.714,71 hectares. A meta é cadastrar 24 milhões de hectares, o que corresponde a 80 mil propriedades rurais no Estado.
   “O prazo já venceu duas vezes e nós estamos na última prorrogação, que termina em 31 de dezembro deste ano. Os números que temos são bem interessantes, visto que eles foram alcançados baseados somente com o trabalho direto e diário de divulgação da Semarh. Quem está sem cadastro agora são aquelas pessoas que não acessam o serviço público frequentemente ou que ficam isolados lá na sua propriedade e não saem para quase nada”, explicou a gerente do CAR no Tocantins, Maria Amélia Fernandino.
    Para alcançar o público que ainda não realizou o cadastro, a gerente contou que o Governo, por meio dos recursos do Fundo Amazônia, contratou serviços de consultoria especializada para atender a Semarh na implantação do CAR em 127 municípios tocantinenses. A ação tem como meta a efetivação de 31 mil cadastros de proprietários rurais de até quatro módulos fiscais (que correspondem a 320 hectares) e o serviço é realizado de forma gratuita.
     A vigência do contrato é de 12 meses (ou até a entrega do resultado final completo do serviço), com pagamento em etapas conforme cronograma físico de execução, ou seja, de acordo com a porcentagem de evolução da adesão de área cadastrável do CAR. O contrato com as empresas foi assinado pela titular da Semarh, Meire Carreira; o presidente do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), Herbert Brito (Buti); e pelo presidente do Instituto de Desenvolvimento Rural (Ruraltins), Pedro Dias.
    De acordo com Meire Carreira, o contrato é um reforço para a realização do Cadastro Rural dos pequenos produtores do Estado. "O Governo está empenhado em cadastrar todos os pequenos produtores do Tocantins, para isso não tem medido esforços para fazer com que esse serviço possa chegar a todos", disse.
Prorrogação
     O prazo para produtores rurais registrarem suas propriedades no CAR e aderirem ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) foi prorrogado pela Lei nº 13.335/2016. Originalmente, o prazo para o cadastro iria até maio de 2017, mas foi estendido até dezembro deste ano. A prorrogação vale para propriedades de qualquer tamanho.
   De acordo com Maria Amélia Fernandino, a maioria das propriedades rurais do Estado está localizada na região do Bico do Papagaio. "O norte do Tocantins é a região mais avançada em relação ao CAR, foi ali que fizemos a maior parte dos cadastros. Agora, vamos intensificar os trabalhos na região sudeste e central do Estado”, garantiu.
Sobre o CAR
    O CAR, que visa criar uma base de dados para orientar as políticas ambientais, é um registro eletrônico obrigatório para todas as propriedades rurais, no qual o proprietário ou posseiro tem de informar a situação ambiental do seu imóvel, como existência de área remanescente de vegetação nativa, de área de uso restrito ou protegida.
     Já o Programa de Regularização Ambiental é voltado para a recuperação de áreas degradadas nas propriedades rurais. O produtor que aderir ao programa deve apresentar uma proposta de recuperação da área, que será aprovada e fiscalizada pelo órgão ambiental local. Durante o período de implantação das ações, o produtor não poderá ser punido por infrações ambientais cometidas antes de 22 de julho de 2008.
Inscrição
    Os produtores que ainda não fizeram o cadastro devem procurar a Semarh ou o Ruraltins e apresentar, além dos documentos pessoais e da propriedade, um mapa da localização.
    São exigidos para inscrição, o documento de identificação do proprietário ou possuidor rural; documento de comprovação da propriedade ou posse rural; croqui indicando o perímetro do imóvel; e uma coordenada geográfica.
 Para realizar o cadastramento, o interessado deve acessar o endereço eletrônico:http://site.sigcar.com.br/tocantins. Mais informações sobre o CAR podem ser obtidas pelo número (63) 3218-2466 ou pelo site www.semarh.to.gov.br.

Confiança dos Consumidores tem queda de 4% e recua para 40,5 pontos em Abril, mas Consumidores Esperam Cenário Melhor nos Próximos Seis Meses



Orçamento apertado, desemprego e baixo poder de compra são os principais motivos. Momento atual é visto como ruim, mas consumidores esperam cenário melhor nos próximos seis meses


     Em abril de 2017, o Indicador de Confiança do Consumidor (ICC), apurado pelo SPC Brasil e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), registrou 40,5 pontos, abaixo do observado no mês anterior (42,3). Em termos percentuais, o recuo foi de 4,1% e reflete quedas tanto da avaliação do momento atual como das expectativas para o futuro.
    “Na passagem de março para abril, o consumidor percebeu um noticiário político bastante negativo, o que reforçou o receio de novas instabilidades. No cenário econômico, o desemprego, seguiu crescendo, contribuindo para o resultado de abril”, explica o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. “A combinação do risco de novas instabilidades políticas e a atividade econômica ainda fraca explicam a dificuldade de a confiança se estabelecer num nível satisfatório”, afirma.
Percepção do cenário atual: economia está ruim para 82% dos consumidores
    O subindicador de Percepção do Cenário Atual registrou 28,9 pontos em abril de 2017, também abaixo do verificado em março (30,1). Em termos percentuais, a queda foi de 3,7%. “Apesar de a economia emitir sinais de recuperação, o cenário ainda é difícil para o consumidor. O desemprego segue em alta, a queda da taxa Selic ainda não repercute nas taxas de juros do mercado e a inflação, por mais que tenha desacelerado, não se traduz em ganho do poder de compra”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.
    O subindicador é composto pela avaliação do consumidor em dois pontos: a economia do Brasil e a sua própria situação financeira. Com relação à economia, a avaliação pontuou 18,3 pontos. Cerca de 82% dos entrevistados acreditam que a situação está ruim ou muito ruim, contra somente 1% que consideram a situação boa ou muito boa. Para 16%, o quadro econômico atual é regular. Entre os que fazem uma avaliação negativa, a maioria relativa (53%) atribui este resultado à corrupção e ao mau uso dos recursos públicos. Outros 20% creditam ao alto desemprego e 15% disseram que os preços dos produtos aumentaram.
    Considerando a avaliação da situação financeira atual, foram registrados 39,6 pontos. Em termos percentuais, quatro em cada dez consumidores (41%) classificam a própria vida financeira como ruim ou muito ruim. Os que a consideram regular somaram 46%, enquanto 12% a consideram boa ou muito boa. Os principais motivos para a avaliação negativa são orçamento apertado e dificuldades para pagar as contas (32%), desemprego (27%), redução da renda (16%) e atraso no pagamento de dívidas (11%).


Momento atual é visto como ruim, mas consumidores esperam cenário melhor nos próximos seis meses

   Apesar do momento atual ainda estar longe de ser positivo, a visão dos consumidores para os próximos seis meses é melhor: o subindicador de Expectativas registrou 52,1 pontos em abril. O resultado ficou um pouco acima do nível neutro, ou seja, para maioria as expectativas são boas quando se considera a vida financeira e a economia conjuntamente. É preciso destacar, porém, que há diferença entre o que se espera para o futuro de sua vida financeira e o que se espera para o futuro da economia.
   No caso da economia, o indicador atingiu 41,6 pontos. A maioria relativa (39%) diz estar pessimista com o futuro da economia. Os otimistas são 17% e os neutros somam 36%. Entre os que estão pessimistas, o principal motivo apontado é a corrupção e impunidade dos políticos (31%), a incompetência dos governantes (25%), seguido daqueles que acreditam que o desemprego segue aumentando (12%) e os que discordam das medidas econômicas que estão sendo adotadas (10%).
   Entre os otimistas, a maior parte (48%) não sabe o porquê confia que a economia vai melhorar, 14% acreditam que a pior parte já passou e 11% concordam com as medidas econômicas que estão sendo adotadas.
   Com relação às expectativas para a própria vida financeira, o subindicador atingiu 62,7 pontos. A grande maioria (57%) está otimista. Outros 24% não estão nem pessimistas nem otimistas. Entre os otimistas, o principal motivo é acreditar em arrumar novo emprego ou receber uma promoção (28%), seguido daqueles que não sabem explicar a razão do otimismo (27%), 14% que apostam em uma melhora da economia e 13% que garantem estar fazendo boa gestão das finanças pessoais.
   Já entre os pessimistas, os principais motivos apontados são: descrença na melhora da economia (32%), preço das coisas continua aumentando (23%), situação financeira atual estar muito ruim (10%), e medo do desemprego (9%).
Supermercados são os locais onde os consumidores mais perceberam aumento de preços
   O ICC também mostra que, para mais da metade dos consumidores (54%), o que mais tem pesado na vida financeira familiar é o custo de vida. Além do avanço dos preços, 16% dos consumidores citam o desemprego como fator que pesa sobre a vida financeira familiar. Os consumidores citam também o endividamento (14%), a queda dos rendimentos mensais (10%).
   É nos supermercados que os consumidores mais percebem o aumento dos preços: 78% notaram que os preços aumentaram nesses locais. Para 72%, também aumentou o preço da energia elétrica e para 55% aumentaram as contas de telefone.
Metodologia
Foram entrevistados 801 consumidores, a respeito de quatro questões principais:
1) a avaliação dos consumidores sobre o momento atual da economia; 2) a avaliação sobre a própria vida financeira; 3) a percepção sobre o futuro da economia e 4) a percepção sobre o futuro da própria vida financeira. O Indicador e suas aberturas mostram que há confiança quando os pontos estiverem acima do nível neutro de 50 pontos. Quando o indicador vier abaixo de 50, indica falta de confiança.
Fonte: CNDL 

segunda-feira, 15 de maio de 2017

CNDL e SPC BRASIL Lançam Plataforma Online de Educação Corporativa para Micro e Pequenos Empresários


Ferramenta leva conteúdos de marketing, gestão, vendas e empreendedorismo para empresários que desejam desenvolver seus negócios e trocar experiências
     A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) lançam no mercado uma ferramenta exclusiva de incentivo à educação corporativa entre empresários de todos os segmentos, especialmente os de micro, pequeno e médio porte. É o HSM Experience, plataforma online que traz conteúdos customizados sobre estratégias de vendas, marketing, negociação, comunicação interpessoal, boas práticas de gestão e tendências de mercado. Com o HSM Experience, o empresário tem acesso a mais de 1 mil horas de vídeos, 2.500 artigos, aulas ao vivo e fóruns para troca de experiências sobre os mais diversos assuntos.
    Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o grande diferencial da nova plataforma é a sua customização para empresários de menor porte, auxiliando-os a ter uma visão mais analítica e objetiva sobre o seu segmento. “Os micro e pequenos empresários e os novos empreendedores estão tomando consciência do quanto é importante aprender coisas novas e ir atrás de informações para a sobrevivência e crescimento dos seus estabelecimentos. A plataforma HSM Experience é pioneira e inovadora nesse sentido porque se propõe a disseminar conhecimento e boas práticas de gestão, inspirando desde o proprietário até os colaboradores operacionais a obter alta performance e a melhorar seu rendimento nas mais diversas áreas de todos os segmentos”, explica Pellizzaro Junior.
     A ferramenta é resultado de uma parceria firmada entre a CNDL, o SPC Brasil e a HSM, instituição de referência em educação executiva há mais de 30 anos no mercado nacional.
     Para ter acesso a plataforma, o empresário deve filiar-se online a uma entidade do sistema CNDL. Informações em https://www.spcbrasil.org.br/associados/seja-um-associado
Fonte: CNDL

sábado, 13 de maio de 2017

Porto Nacional Assume o Primeiro Lugar da Balança Comercial no 1° Trimestre de 2017 no Estado do Tocantins

      O Município de Porto Nacional, região central do estado teve a maior participação na importação (62,11%) e exportação (18,32%) de produtos no Estado do Tocantins de acordo com a balança comercial do 1° trimestre de 2017.



    Segundo Estudo elaborado pela Federação das Industrias do Estado do Tocantins - FIETO (publicação disponível aqui), o produto chave para o aumento de mais de 1000% nas importações de Porto Nacional foram derivados de petróleo (óleos) que representaram mais de 70% do total importado pelo estado.



    Palmas e Paraíso do Tocantins aparecem na 2° e  3° colocação como importadores com participação de 35,40%  e  0,98%  respectivamente.

     As importações foram advindas de países como Estados Unidos (40,31%); China (24,30%); Noruega (6,41%); Russia (4,09%) e Israel (3,44%), destacando-se produtos como: gasóleo, sulfato de amônio, complementos alimentares, adubos minerais químicos, tipos de bacalhau entre outros.



Fonte: Luzimangues Noticias        

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Juros é a Principal Barreira para 38% dos Empresários que não buscam Crédito

57% dos comerciantes e empresários de serviços acreditam que crédito impulsiona competitividade dos negócios. Para 28%, bancos públicos são as melhores instituições para contratar empréstimos e financiamentos
     As altas taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras são o principal motivo para os empresários dos ramos do comércio e serviços não buscarem crédito para investir e desenvolver seus negócios. A constatação é de uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com empresários de todos os portes nas 27 capitais. De acordo com o levantamento, entre aqueles que nunca recorreram a empréstimos e financiamentos, quatro em cada dez (38%) atribuem a decisão ao fato de considerarem os juros elevados. A burocracia no processo de aprovação de um empréstimo foi citada por 12% dos entrevistados. Outro motivo é que 44% desses empresários conseguem manter a operação da empresa com recursos próprios. No total, 58% dos varejistas nunca utilizaram, ou ao menos buscaram, crédito na forma de empréstimos ou financiamentos.
     Levando em consideração os últimos 12 meses, apenas 9% dos comerciantes e empresários do ramo de serviços tomaram recursos emprestados de terceiros. Outros 5% tentaram fazê-lo, mas não conseguiram, sendo que 3% acabaram desistindo e 2% tiveram o crédito negado.
     “Com a demanda do consumidor retraída e a atividade econômica estagnada no país, inclusive com piora dos índices de empregabilidade e de renda, o empresariado brasileiro tem se mostrado pouco interessado em aumentar investimentos em seus negócios. Embora a Selic se encontre em uma trajetória consistente de queda, os juros praticados pelas instituições financeiras seguem altos, o que infelizmente contribui para inibir a busca por crédito”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.
     Pensando nas medidas que poderiam aproximar o empresariado do crédito, os entrevistados destacam, principalmente, a flexibilização da documentação exigida (49%), alteração na política de garantias (38%), diminuição de exigência de capital próprio (38%) e das exigências quanto ao plano de negócio (35%). De acordo com a pesquisa, 57% dos empresários do varejo acreditam que linhas de financiamento bancário estimulam os investimentos, aumentando a produtividade e competitividade da empresa. Atribuindo uma nota de um a 10 para a importância do crédito no crescimento e manutenção do negócio, em que 10 significa máxima importância, os entrevistados deram nota média 6,1, sendo que 47% deram nota acima de 7,0.
Banco público tem preferência de 28%; para 44%, provar a situação legal da empresa é o processo mais burocrático
     A pesquisa do SPC Brasil e da CNDL ainda revela que os principais processos e burocracias enfrentados por quem contratou crédito é atestar a situação legal da empresa, citada por 44% dos entrevistados. Outros empecilhos relatados são a necessidade de um avalista (23%), garantia de bens (20%) e a elaboração do plano de negócios (15%). Os bancos públicos são identificados pelos empresários como o melhor tipo de instituição financeira para se buscar crédito, citado por 28% dos entrevistados. Os bancos privados foram mencionados por 17%. Outros 55% são indiferentes. A preferência pelos bancos públicos é justificada, sobretudo, pela percepção de que eles praticam juros mais acessíveis (59%). Outros 14% citam a segurança e credibilidade dessas instituições. Ainda assim, a nota média para o sentimento de amparo do governo nas políticas de acesso ao crédito é de apenas 3,3 pontos. No total, 47% dos empresários consultados não conhecem nenhuma linha de financiamento. Entre os que conhecem, as mais citadas são as do BNDES (49%).
     Levando em consideração os 28% de empresários que disseram ter enfrentado dificuldades no negócio devido à falta de crédito, 54% admitiram não ter conseguido comprar mercadorias e matérias-primas e 46% não puderam nem mesmo organizar o orçamento da empresa devido à escassez de recursos.


Bancos são os principais orientadores para 40% de quem tomou crédito; documentação exigida é entrave para 48%

     A taxa de juros (33%) foi o principal fator para a escolha da instituição, apesar de 69% dos empresários nem mesmo se lembrarem da alíquota que foi cobrada pela instituição. Além disso, 36% não tomaram o cuidado de comparar as taxas de juros de diferentes instituições e 17% tampouco avaliaram Custo Total do Empréstimo. Entre aqueles que se lembraram do valor contratado, a média é de quase R$ 36 mil, sendo que 27% tomaram um valor inferior a R$ 20 mil. Para 54% desses entrevistados, o valor foi suficiente para cumprir os objetivos traçados, enquanto para 46% a quantia foi insuficiente. O prazo para o pagamento do empréstimo foi de 22 meses, em média.
     A maioria (83%) dos empresários que tomaram empréstimo está conseguindo pagar todas as parcelas em dia, mas 11% admitiram alguns atrasos, enquanto 5% reconhecem ainda ter parcelas em atraso. Antes de contratar o empréstimo, 8% dos entrevistados admitiram nem mesmo ter avaliado a possibilidade concreta de conseguir pagar todas as prestações.
    Na hora de contratar crédito, quatro em cada dez (40%) empresários citam os bancos como principais orientadores no processo de tomada de crédito. Os contadores são lembrados por 14% dos entrevistados como principais orientadores e a internet por 11% deles. Apenas 2,6% mencionam empresas de consultoria especializadas. Para preencher a documentação requerida, 61% contaram com a ajuda de terceiros.
66% não pensam em fazer investimentos no seu negócio
     Pensando no futuro, a maioria (66%) dos empresários não planeja realizar investimentos nos próximos 90 dias. Apenas 22% manifestam essa intenção, enquanto 12% estão indecisos. Mesmo entre a minoria que pretende investir, o capital próprio bancará os investimentos em 60% dos casos. Há ainda 18% que mencionam o capital próprio tendo como origem a venda de algum bem. O empréstimo em bancos e financeiras foi citado por 20%, enquanto o empréstimo com amigos e familiares foi mencionado por 4%.
Metodologia
     A pesquisa foi realizada pelo SPC Brasil e pela CNDL no âmbito do ‘Programa Nacional de Desenvolvimento do Varejo’ em parceria com o Sebrae. O estudo foi realizado com 822 empresários dos ramos de comércio e serviços em toda as regiões brasileiras. A margem de erro é de no máximo 3,4 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.
Fonte: CNDL

 
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